Uma gafe das grandes

Excerto da Lei 35/2004 - Lei que regulamenta a Lei n.o 99/2003, de 27 de Agosto, que aprovou o Código do Trabalho

Artigo 123.º

Agentes físicos


Só podem ser realizadas por menor com idade igual ou superior a 16 anos as actividades em que haja risco de exposição aos seguintes agentes físicos:

a) Radiações ultravioletas;
b) Níveis sonoros superiores a 85 dB (A), medidos através do Lep,d, nos termos do regime relativo à protecção dos trabalhadores contra os riscos devidos à exposição ao ruído durante o trabalho;
c) Vibrações;
d) Temperaturas inferiores a 0ºC ou superiores a 42ºC;
e) Contacto com energia eléctrica de alta tensão.

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O Asilo feito pelos seus leitores

"O que aconteceu, foi que eu estava em Belém na inauguração da maior árvore de Natal da Europa, repito, da Europa, porque nós quando fazemos as coisas é em grande, virei-me para um turista que lá estava e disse-lhe:

- Lá na tua terra não tens disto pois não? A maior da Europa, a MAIOR!

E o gajo vem cá com uma conversa:
"Não sei quê, no meu país preferimos gastar dinheiro em outras coisas, por exemplo a evitar que rebentem condutas de água, que levam ao abatimento do solo, e dessa forma prejudiquem milhares de pessoas... mais não sei o quê, mais o camandro!"

E eu, que até sou um gajo que... é pá, tenho uma facilidade na exposição de argumentos, não me fiquei e disse-lhe logo:

- A maior da Europa! Toma! Embrulha!

E o gajo começa a falar que não sei quê, lá no país dele quando começa a chover, as zonas ribeirinhas não ficam inundadas e que talvez fosse melhor que, em vez da árvore, o dinheiro fosse canalizado para evitar essas situações.

Eu comecei a enervar-me e disse logo ao gajo:

- Mau, tu queres ver que nós temos que nos chatear? Eu estou aqui a expor argumentos que... é pá, sim senhor, e tu vens com essa conversa de não sei quê. Eu nem quero começar a falar na feijoada em cima da ponte, nem no desfile de "pais natais", porque senão, nem sabias onde te metias, pááá.

O gajo começa a falar de uma coisa qualquer, tipo túneis que são construídos e ficam a meio, e não sei que mais, e eu virei logo costas.
Porque, quando eu vejo estes gajos que não conseguem aceitar a superioridade de um país e ainda falam, falam... falam, falam... falam, falam... e não dizem nada de jeito, eu fico chateado, claro que fico chateado!!"


Autor não identificado

Com papas e bolos se enganam os tolos

“…exige-se um novo discurso. Sincero, real e objectivo. Uma prosa de credibilidade capaz de induzir confiança nos agentes económicos. Que mostre um objectivo claro e o caminho para lá chegar. Para isso é necessário um líder forte, corajoso, determinado e comprometido com ideias para Portugal.”

Pois bem, até aqui concordo.


“A 20 de Fevereiro o país precisa de eleitores lúcidos, decididos, que a suas intenções de voto proporcionem ao país um rumo diferente, para a tão reclamada maioria absoluta seja uma realidade.”

Agora começo a desconfiar.


“…só tenho que pedir e apelar que no dia 20 de Fevereiro as intenções dos Portugueses se traduzam numa maioria absoluta para o PS.”

Bem me parecia que isto trazia água no bico e agora não tenho dúvidas nenhumas.
O texto está bem escrito, preenchido de trato literário e profundidade diplomático-filosófica, mas apenas isso. A opinião do autor é suspeita e inquinada, afinal, o próprio Inácio é um dirigente do PS. Do lado do PSD são mais que conhecidas as situações em que os próprios militantes do partido ousam colocar o dedo nas feridas internas. Queira o PS entender estas atitudes como consequências da falta de estabilidade, façam-no se acharem por bem. Contudo, se a turbulência que se faz sentir dentro do PSD não transmite qualquer tipo de confiança aos portugueses, ou pelo menos a mim, não é através de discursos subservientes, como é o caso do texto do Inácio Lemos, que o cenário se altera.

Votar é mais do que um dever, é uma obrigação, mais tarde ou mais cedo terei que me decidir, mas muito sinceramente, continuo a não acreditar em nenhum dos candidatos.


Palavras para quê?


Santana, O Mão de Vaca

Decreto-Lei n.º 19/2004 de 20 de Janeiro

Artigo 1.º
Valor da retribuição mínima mensal
O valor da retribuição mínima mensal a que se refere o n.º 1 do artigo 266.º do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 99/2003, de 27 de Agosto, é de € 365,60.

Promulgado em 12 de Janeiro de 2004 / Publique-se / O Presidente da República, JORGE SAMPAIO.
Referendado em 13 de Janeiro de 2004 / O Primeiro-Ministro, José Manuel Durão Barroso.

Decreto-Lei n.º 242/2004 de 31 de Dezembro

Artigo 1.º
Valor da retribuição mínima mensal
O valor da retribuição mínima mensal a que se refere o n.º 1 do artigo 266.º do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 99/2003, de 27 de Agosto, é de € 374,70.

Promulgado em 23 de Dezembro de 2004 / Publique-se / O Presidente da República, JORGE SAMPAIO.
Referendado em 23 de Dezembro de 2004 / O Primeiro-Ministro, Pedro Miguel de Santana Lopes.


NOTA: Santana é amigo, aumentou o salário mínimo em 9,10 €. O cidadão explorado pode agora gastar mais 30 cêntimos por dia.

Sporting – Pampilhosa

Já que o FCP não está a disputar esta edição da Taça de Portugal, os sorteios ditam sortes diferentes a clubes diferentes, passo a torcer pela sexta filial do FCP. Boa sorte Pampilhosa.

Dragão - O palco dos grandes espectáculos

O Estádio do Dragão poderá vir a ser palco do concerto da melhor banda do mundo da actualidade. A banda de Bono Vox actuará em Portugal, está confirmado , no próximo dia 14 de Agosto.

Francisco, o Bota-bombas

Olhe lá, falta aí pelo menos uma pergunta. Deixe-me acrescentá-la à sua lista:

Será que Francisco Louça vai finalmente abandonar o papel de "menino bota-bombas" que até agora tem protagonizado?


NOTA:
Menino Bota-bombas - Aquele que vê nas bombinhas de Carnaval a ferramenta de trabalho ideal. Usa-as como arma de arremesso. Normalmente esconde a mão depois do acto realizado. Em público, a sua atitude angélica poderá convencer os menos atentos.

Ano novo vida quê?

Longe vão os tempos em que os minutos que precediam as últimas doze badaladas de cada ano eram deliciosamente saboreados em esforços mentais que esboçavam os desejos para o ano seguinte. Havia ainda alguma esperança, bons tempos esses…

Um bom ano para todos, se for possível tal coisa.