Foi azar, se pelo menos tivessem sido concretizadas em golo quatro das setecentas oportunidades criadas teríamos ganho o jogo. Se o puto, Ricardo Costa, que apesar de não ser mau, se convencesse que ainda não é um grande central, talvez conseguisse concentrar-se melhor e ser mais eficaz.
Contudo, apesar do fel que destila nas minhas entranhas, pressinto que nada está perdido, afinal, no ano em que fomos campeões europeus, também não ganhamos os dois primeiros jogos.

