...mas vou sair para tomar café, estou a precisar, volto mais tarde.
Se a minha vida fosse um filme
Se a minha vida fosse um filme que banda sonora escolheria eu? Dúvida partilhada pelo Alexandre do Esplanar
É realmente para mim um desafio meditar sobre esta questão, logo eu que tenho uma adoração pela música e pelos mais diversos estilos musicais.
Logo eu, que ao contrário do que era usual acontecer, durante as viagens corriqueiras do dia a dia, assim tipo casa - trabalho, trabalho - casa, raramente dou importância à música que passa no auto – rádio. Raras são as vezes que selecciono o tipo de música que vou ouvir em função do clima que se faz sentir, dos quilómetros que vou percorrer, do tipo de estradas por onde vou passar, do meu estado de espírito e daquilo que realmente me apetece ouvir. Dar-me-ia um prazer imenso fazê-lo, mas não, simplesmente ligo o rádio e pronto, vou ouvindo o que vai passando, se não me agrada, basta um toque e mudo de estação, gesto repetido este, de tal forma repetido que ao dar-me conta já estou junto à porta do emprego.
Imagino o que seria uma cena de cinema em que um veículo faz uma dezena de quilómetros sem a companhia de uma música singela e penetrante.
Se a minha vida fosse um filme eu teria que escolher a música, dar-me-ia ao trabalho simples e reconfortante de combinar a música com a paisagem, com o momento, dar-me-ia ao trabalho de trazer mais prazer a cada instante.
Escolheria em muitas situações o som das cordas da guitarra, confesso que vibro com o cego e sério correr dos dedos no braço de uma guitarra.
Existem músicas que merecem ser ouvidas, há momentos da vida que merecem ser acompanhados pela música.
Assim viveu Carlos Paredes, acompanhado pela música, quando a música o deixou, ele deixou a vida. A ele a eterna saudade.
É realmente para mim um desafio meditar sobre esta questão, logo eu que tenho uma adoração pela música e pelos mais diversos estilos musicais.
Logo eu, que ao contrário do que era usual acontecer, durante as viagens corriqueiras do dia a dia, assim tipo casa - trabalho, trabalho - casa, raramente dou importância à música que passa no auto – rádio. Raras são as vezes que selecciono o tipo de música que vou ouvir em função do clima que se faz sentir, dos quilómetros que vou percorrer, do tipo de estradas por onde vou passar, do meu estado de espírito e daquilo que realmente me apetece ouvir. Dar-me-ia um prazer imenso fazê-lo, mas não, simplesmente ligo o rádio e pronto, vou ouvindo o que vai passando, se não me agrada, basta um toque e mudo de estação, gesto repetido este, de tal forma repetido que ao dar-me conta já estou junto à porta do emprego.
Imagino o que seria uma cena de cinema em que um veículo faz uma dezena de quilómetros sem a companhia de uma música singela e penetrante.
Se a minha vida fosse um filme eu teria que escolher a música, dar-me-ia ao trabalho simples e reconfortante de combinar a música com a paisagem, com o momento, dar-me-ia ao trabalho de trazer mais prazer a cada instante.
Escolheria em muitas situações o som das cordas da guitarra, confesso que vibro com o cego e sério correr dos dedos no braço de uma guitarra.
Existem músicas que merecem ser ouvidas, há momentos da vida que merecem ser acompanhados pela música.
Assim viveu Carlos Paredes, acompanhado pela música, quando a música o deixou, ele deixou a vida. A ele a eterna saudade.
Parabéns ao Causa Nossa
Parabéns em primeiro lugar pelo número de vistas conseguido, 200.000 é um número bonito, em segundo lugar pela afirmação do LFB - A causa está para durar.
Assim gosto de "ouvir falar", está para ficar, não se vai embora ao fim de um ano.
Assim gosto de "ouvir falar", está para ficar, não se vai embora ao fim de um ano.
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