Ainda no rescaldo do congresso do PSD, importa abordar a questão pertinente do anúncio de uma possível, eu diria mais que provável, ruptura pré eleitoral entre os dois partidos governantes.
Os dirigentes do CDS mostram-se incomodados com o desenrolar dos acontecimentos.
"Já ninguém diz sequer que está em aberto uma coligação", "No congresso do maior partido da coligação, nem uma alma disse bem do CDS", "… os sociais-democratas disseram pior do CDS do que do PS." Estes são os desabafos dos líderes do CDS.
São desabafos mas nunca passarão disso mesmo. A coligação não está neste momento colocada em causa porque o CDS, bem ou mal, quer continuar no governo, eu não escrevi governar, escrevi e repito, quer continuar no governo. A coligação, na altura das eleições, foi conveniente ao PSD, era nessa altura incontornável, só por isso o CDS chegou ao poder. Acontece agora que o PSD quer criar uma nova imagem, logo, quer descolar-se do CDS. Este segundo sente-se abusado e ofendido mas tudo não passa de um singelo "fogo de vista". Se nas próximas eleições uma nova coligação for sinónimo de governação ela verificar-se-á novamente.
No entanto, "pelo andar da carruagem", não me parece que, mesmo com uma coligação, a direita consiga governar novamente, portanto, afinal estes acontecimentos não são nada pertinentes, são apenas faît divers.
Uma sensação de abstracção
“Não te queixes, no meu tempo era bem pior. Eu tinha oito filhos para alimentar, o teu avô, coitadinho cegou de uma vistinha e ficou sem trabalho, uma sardinha tinha que alimentar três bocas. A tua mãe e os teus tios, com dez aninhos ou pouco mais, saíam de casa às seis da manhã para ir para o trabalho, a pé, à chuva, ao frio, ao que calhasse.
Era assim no meu tempo, não havia televisão, nem rádio, nem água, nem luz quanto mais. Não te queixes meu filho, não te queixes que não sabes o que é a crise.”
Em certos momentos gosto de ouvir o que a minha avó tem para me dizer. Inconscientemente ela consegue levantar-me a moral.
A ela, à minha avó, não a podem acusar por falta de auto estima.
Era assim no meu tempo, não havia televisão, nem rádio, nem água, nem luz quanto mais. Não te queixes meu filho, não te queixes que não sabes o que é a crise.”
Em certos momentos gosto de ouvir o que a minha avó tem para me dizer. Inconscientemente ela consegue levantar-me a moral.
A ela, à minha avó, não a podem acusar por falta de auto estima.
O inútil
Pois bem, eles estão com os nervos em franja. Talvez devido ao facto deste fim-de-semana ter sido recheado de acontecimentos políticos e desportivos. Terão sido talvez acontecimentos em demasia para um par de dias inúteis. Tenho que os classificar como inúteis, aos dias evidentemente, considerando que úteis, ao que se diz são os outros, continuo a referir-me aos dias, nada de confusões.
Continuando a minha dissertação, devo referir que hoje pela manhã me espantei quando visitei o Blog Barnabé e deparei com uma quantidade considerável de posts editados pelo agora designado Licenciado Daniel Oliveira, imagine-se, durante a tarde de Domingo. A saber, só em duas horas ele editou mais post’s do que nos dois fins-de-semana anteriores.
Afinal ele não é assim tão inútil, o Domingo claro, serviu para que o referido Daniel tivesse mais uma vez oportunidade de mostrar à Blogosfera o quão limitadas são as suas ideologias e estratégias políticas. Em quase todos os post’s ele se limitou a pegar em frases proferidas pelos Social-democratas e, utilizando o seu mais que conhecido discurso acre e corrosivo, colar-lhes um título que as desvirtuasse.
À falta de melhor programa, gozar um dia inútil com uma manta em cima das pernas, um televisor ligado e um computador à mão até que não é má opção, mesmo sendo um inútil, o Domingo claro.
Continuando a minha dissertação, devo referir que hoje pela manhã me espantei quando visitei o Blog Barnabé e deparei com uma quantidade considerável de posts editados pelo agora designado Licenciado Daniel Oliveira, imagine-se, durante a tarde de Domingo. A saber, só em duas horas ele editou mais post’s do que nos dois fins-de-semana anteriores.
Afinal ele não é assim tão inútil, o Domingo claro, serviu para que o referido Daniel tivesse mais uma vez oportunidade de mostrar à Blogosfera o quão limitadas são as suas ideologias e estratégias políticas. Em quase todos os post’s ele se limitou a pegar em frases proferidas pelos Social-democratas e, utilizando o seu mais que conhecido discurso acre e corrosivo, colar-lhes um título que as desvirtuasse.
À falta de melhor programa, gozar um dia inútil com uma manta em cima das pernas, um televisor ligado e um computador à mão até que não é má opção, mesmo sendo um inútil, o Domingo claro.
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