Um bom ano para todos, se for possível tal coisa.
Ano novo vida quê?
Longe vão os tempos em que os minutos que precediam as últimas doze badaladas de cada ano eram deliciosamente saboreados em esforços mentais que esboçavam os desejos para o ano seguinte. Havia ainda alguma esperança, bons tempos esses…
Um bom ano para todos, se for possível tal coisa.
Um bom ano para todos, se for possível tal coisa.
Orçamento do estado 2005
Se houver interessados deixo aqui o link para o Curso Prático - Orçamento do estado 2005.
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Dejá vu
Foi com certa surpresa que reparei que o caro Inácio Lemos se assume abertamente como sendo Presidente da Comissão Política do PS Felgueiras, o mais usual é manter-se o anonimato, congratulo-o pela atitude.
Eu, já o disse anteriormente, não milito em partido algum. Sou um cidadão comum que se identifica com alguns dos princípios de direita mas acima de tudo sou um cidadão preocupado com o rumo que o país está levar. Os momentos de maior consternação são aqueles que evidenciam uma total falta de responsabilidade ou até de capacidade dos governantes, sejam de esquerda ou de direita, para alterar seja o que for.
A cada governo que passa temos mais do mesmo.
Caro Inácio Lemos, em consciência não posso deixar passar em claro algumas das suas afirmações, passo a citar:
Recordo-lhe algumas declarações de José Sócrates:
Pergunto-lhe qual o sentido que retira destas palavras e se não vê aqui nenhuma injúria e ofensa.
Meu caro, já ouvi as mesmas palavras do outro lado da barricada, só mudaram os personagens.
Seria retórico, já o sei, perguntar-lhe se acredita que um governo liderado por José Sócrates seria capaz de contrariar essa suposta tendência para caos, por isso, lanço-lhe apenas um desafio, enquanto parte activa de um órgão político, assuma que esse caos que profetiza tem também o dedo do PS, o dedo senão a mão inteira.
A política deve ser feita dentro para fora e não ao contrário, apresentem projectos, objectivos, datas de implementação, responsáveis, estratégias, monitorizem os desvios, implemente, acções correctivas e preventivas. Apliquem o método PDCA se necessário for. Nós, eleitorado, ficaremos mais satisfeitos e por certo iremos premiar os melhores. Por agora, vocês políticos, vão-nos dando mais do mesmo e nós não gostamos.
Eu, já o disse anteriormente, não milito em partido algum. Sou um cidadão comum que se identifica com alguns dos princípios de direita mas acima de tudo sou um cidadão preocupado com o rumo que o país está levar. Os momentos de maior consternação são aqueles que evidenciam uma total falta de responsabilidade ou até de capacidade dos governantes, sejam de esquerda ou de direita, para alterar seja o que for.
A cada governo que passa temos mais do mesmo.
Caro Inácio Lemos, em consciência não posso deixar passar em claro algumas das suas afirmações, passo a citar:
1 - “O País está mergulhado numa crise tão grave, cuja dimensão ainda desconhecemos, uma vez que todos os dias somos brindados com novos factos.”Pergunto-lhe, se esta afirmação fosse deslocada no tempo e proferida na altura em que o Eng.º Guterres se demitiu, seria uma afirmação válida? Sim seria verdade.
2 - “Porém, o que aí vem são momentos de grande tensão, porque esta coligação PSD/PP tudo fará para inventar, injuriar e ofender não olhando a meios para atingir os seus fins.”
Recordo-lhe algumas declarações de José Sócrates:
"…governar exige responsabilidade e exige dignidade. Governar vai, para além, dos humores de ocasião e das birras".
“Achei o discurso de Santana Lopes muito insolente e muito inapropriado.”
Pergunto-lhe qual o sentido que retira destas palavras e se não vê aqui nenhuma injúria e ofensa.
3 - “Aos Portugueses, em particular ao Socialistas, depara-se um momento crucial para se envolverem nos projectos do Eng. José Socrates no mais terrível confronto dos últimos vinte anos.”
Meu caro, já ouvi as mesmas palavras do outro lado da barricada, só mudaram os personagens.
4 - “…é necessário sairmos sem reservas para um mobilização que permita a mudança de políticas que contrariem o caos social para que fomos empurrados pelo governo que cessou funções.”
Seria retórico, já o sei, perguntar-lhe se acredita que um governo liderado por José Sócrates seria capaz de contrariar essa suposta tendência para caos, por isso, lanço-lhe apenas um desafio, enquanto parte activa de um órgão político, assuma que esse caos que profetiza tem também o dedo do PS, o dedo senão a mão inteira.
A política deve ser feita dentro para fora e não ao contrário, apresentem projectos, objectivos, datas de implementação, responsáveis, estratégias, monitorizem os desvios, implemente, acções correctivas e preventivas. Apliquem o método PDCA se necessário for. Nós, eleitorado, ficaremos mais satisfeitos e por certo iremos premiar os melhores. Por agora, vocês políticos, vão-nos dando mais do mesmo e nós não gostamos.
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