…será a entidade que muito provavelmente vai acompanhar a execução do plano tecnológico. As notícias avançadas ontem davam conta que Manuel Pinho, Ministro da Economia, teria contratado uma equipa consultora de Harvard para acompanhar a execução do Plano Tecnológico, parece que já não vai ser assim, afinal Sócrates retirou poder a Manuel Pinho e então será o Massachusetts Institute of Technology a prestar o referido serviço.
Repare-se que o actual Primeiro-ministro, num passado recente, enquanto líder da oposição, provocava alarido e tecia fortes críticas ao anterior governo quando pela tomada de decisões em tudo idênticas a esta, – agora vem cometer o mesmo erro.
Será que o jornal que avançou com estas notícias está confuso? Em caso afirmativo, o caso fica aqui encerrado e este post fica sujeito a aditamentos, caso contrário quem fica confuso sou eu. Já não sei qual a autonomia dos Ministros, se existe sintonia entre estes e o Primeiro-Ministro na tomada de decisões, se a tão anunciada estabilidade e solidez governativa, que aliás era a pedra de toque da campanha eleitoral do governo de Sócrates, está a perder-se, se é que alguma vez existiu, enfim. Aguardemos pelos próximos episódios.
Pura coincidência
O assunto do post anterior fez-me lembrar uma anedota que envolve um ministro do governo português, um empresário português, um empresário espanhol e um empresário americano.
Tudo aconteceu na altura em que foram apresentadas a concurso três propostas para a execução de determinada obra pública. A proposta do Americano, por sinal a mais cara de todas, suscitou alguma curiosidade junto do responsável pela adjudicação da obra, o Ministro das Obras Públicas (M.O.P.), pelo que o Americano foi chamado a esclarecer o conteúdo da sua proposta.
O Português havia-se proposto a executar o trabalho por três milhões de Euros, o Espanhol por seis milhões de Euros e o Americano por nove milhões de Euros.
Quando o Americano chega ao Gabinete do M.O.P. este informa-o que a proposta que ele apresentou é três vezes superior à do português e como tal jamais ganhará a obra.
O americano prontamente pede a palavra: - Sr. Ministro, fazemos assim, se me adjudicar a obra, eu guardo três milhões para mim, dou-lhe três milhões a si e com os restantes três milhões eu contrato o Português e ele faz a obra.
A proposta do Americano foi imediatamente adjudicada.
NOTA: Quero acreditar que qualquer semelhança entre este post e o anterior seja pura coincidência.
Tudo aconteceu na altura em que foram apresentadas a concurso três propostas para a execução de determinada obra pública. A proposta do Americano, por sinal a mais cara de todas, suscitou alguma curiosidade junto do responsável pela adjudicação da obra, o Ministro das Obras Públicas (M.O.P.), pelo que o Americano foi chamado a esclarecer o conteúdo da sua proposta.
O Português havia-se proposto a executar o trabalho por três milhões de Euros, o Espanhol por seis milhões de Euros e o Americano por nove milhões de Euros.
Quando o Americano chega ao Gabinete do M.O.P. este informa-o que a proposta que ele apresentou é três vezes superior à do português e como tal jamais ganhará a obra.
O americano prontamente pede a palavra: - Sr. Ministro, fazemos assim, se me adjudicar a obra, eu guardo três milhões para mim, dou-lhe três milhões a si e com os restantes três milhões eu contrato o Português e ele faz a obra.
A proposta do Americano foi imediatamente adjudicada.
NOTA: Quero acreditar que qualquer semelhança entre este post e o anterior seja pura coincidência.
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