
O tempo passa rápido, tão diluído que nos escapa por todos os poros. Assim, de mansinho, já passaram 18 anos desde o dia em que o exército indonésio, sem reservas nem pudores, disparou a matar sobre manifestantes que homenageavam um estudante morto pela repressão. Foi em Díli, capital de Timor, a 12 de Novembro de 1991 no cemitério de Santa Cruz.
"Em Timor, calam-se as vozes, cantemos nós..."
